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Modalidades e Regras da Ginástica Artística

 

As modalidades da ginástica artística


Para entendermos um pouco sobre como funciona cada modalidade da ginástica e seu sistema de avaliação de notas, partimos do princípio de que não é nada fácil de entender, portanto, de uma maneira bem didática, vamos tentar fazer você compreender ao menos um pouco deste esporte chamado ginástica artística.


Este esporte envolve a prática de evoluções especiais em aparelhos, um combinação de elementos de força, equilíbrio e precisão. Inclui também apresentações no solo, com exercícios executados em uma espécie de tablado em que o atleta apresenta uma série de movimentos acrobáticos, atrelados à coreografias.


Cada ginasta passa obrigatoriamente por um roteiro de provas em que a meta é acumular o maior número de pontos possíveis em cada uma das prova para sair vitorioso. Tanto os homens quanto as mulheres cumprem um cronograma diferente de provas. Começamos pelas provas que estão no cronograma tanto do masculino quanto do feminino.

 

 

Provas da ginástica artístca – Masculino e Feminino


Abaixo seguem as duas provas em que homens e mulheres participam.

 

Solo

A prova de solo no masculino tem duração de 70 segundos para a prova masculina e de 90 segundos para a prova feminina. O exercício de solo (foto) é realizado em um tablado plano que tem 12 metros de largura por 12 metros de comprimento e é recoberto com material acolchoado.

 

Para dar início a sua apresentação, o atleta fica posicionado dentro do tablado, e sua avaliação pela banca de árbitros, começa a ser avaliada assim que seu primeiro movimento for realizado.


O ginasta deve executar movimentos de acrobacia ligados a uma coreografia. Estes movimentos de acrobacia e coreografia, cada um possui um grau de dificuldade, sendo que alguns, o ginasta tem que cumprir obrigatoriamente. O ginasta também tem que usar toda a área do tablado, incluindo o espaço nas laterais e diagonais. Tudo deve ser explorado o máximo possível, com demonstrações de firmeza nos deslocamentos e na coordenação dos elementos. Qualquer movimento que seja executado fora da área reservada para o exercício ou parte do corpo do atleta que escape para fora do tablado, irá resultar na perda de pontos. A mesma situação acontece também quando o ginasta, nas aterrissagens, houver qualquer desequilíbrio ou falta de controle do corpo. No solo masculino não há a execução de música, enquanto no feminino sim.

 

Salto

Neste exercício, o ginasta tem 25 metros para correr em direção ao trampolim. Nele o atleta toma o impulso com os dois pés e apóia a mão no aparelho para, então, dar curso a sua apresentação, com a realização de saltos que incluem rotações de corpo no ar. A apresentação termina quando o ginasta aterrissa de volta no chão.

 

Nas competições de salto do masculino, o aparelho utilizado é uma mesa de salto que mede 1,20 metros de comprimento por 95 centímetros de largura e 1,35 metros de altura. No feminino, o aparelho tem medidas diferentes somente em relação à altura, que é de 1,25 metros.

 

 

Provas da ginástica artística – Masculino


Abaixo seguem as provas em que somente os homens participam.

 

Cavalo com alças

O atleta fica colocado em frente ao cavalo e, com um pequeno impulso, segura nas alças e inicia o exercício girando em torno do cavalo. Nem sempre a apresentação começa com o atleta segurando as alças, os árbitros começam avaliar o ginasta no momento em que ele toca o aparelho com as mãos.


O aparelho (foto acima), que tem o nome de cavalo, tem 1,15 metros de altura. As alças ficam no mínimo a 40 centímtros e no máximo a 45 centímetros de distância uma da outra, centralizadas numa base acolchoada que tem 1,60 metros de comprimento por 35 centímetros de altura.

 

Argolas

Em uma estrutura, dois cabos pendurados em separados trazem em suas extremidades as argolas, nome que é dado ao aparelho.


A base em que os cabos que sustentam as argolas são colocados tem 1,20 metros de largura e fica a 5,80 metros do chão. Os cabos ficam separados entre si por uma distância de 50 centímetros. As argolas possuem 18 centímetros de diâmetro e ficam penduradas a 2,80 metros de altura do chão.


Para iniciar este exercício, o atleta recebe ajuda para alcançar as argolas. A partir deste momento, começa a sua movimentação.

 

Barras paralelas

O próprio nome deste aparelho define perfeitamente a posição em que as barras ficam. Lado a lado, a distância entre as barras é variável. São sustentadas por duas bases em que partem apoios verticais que ficam encaixados perpendicularmente às barras, de forma a mantê-las na horizontal. As barras ficam a uma altura de 2 metros e o comprimento de ambas é de 3,5 metros.

 

Barra fixa

A barra de 2,4 metros de comprimento é sustentada por dois postes colocados em cada uma de suas extremidades, do qual, partem também os cabos de segurança. A FIG recomenda que, a barra fixa deve ter altura de 2,80 metros e 2,8 centímetros de diâmetro.

 

 

Provas da ginástica artística – Feminino


Abaixo seguem as provas em que somente as mulheres participam.

 

Barras assimétricas

O dois aparelhos, cada um possuindo uma barra com formato cilíndrico, são sustentados por dois postes laterais, que são equilibrados por cabos de segurança bem fixados ao chão. Os dois aparelhos possuem barras de 2,4 metros de comprimento e 4 centímetros de diâmetro, porém, as medidas de suas alturas variam de 2,50 metros para a mais alta e de 1,70 metros para a mais baixa.

 

Trave de equilíbrio

O aparelho é sustentado por uma base metálica que tem comprimento de 5 metros e sua altura é de 1,25 metros. A base, na qual o atleta faz o exercício, tem 10 centímetros de largura. Por exigência da Federação Internacional de Ginástica (FIG), o aparelho é revestido por material capaz de absorver impactos e com toda a segurança e “trabalhando” conforme a movimentação da ginasta.


Durante um exercício, a trave não pode se mover, por isso, deve estar bem segura o suficiente para não comprometer a apresentação da atleta.

 

 

O sistema de notas

O sistema de avaliação da ginástica artística é realizado através de notas. Para cada modalidade são determinados os números de árbitros que irão avaliar o atleta.


No caso do solo, a modalidade que requer atenção de 8 árbitros divididos em dois grupos. Dois árbitros ficam no chamado grupo A, para pontuar o valor da série apresentada, da qual, obrigatoriamente, deve conter elementos acrobáticos como apoios invertidos, elementos de voo com ou sem o apoio das mãos e mortais, assim como, elementos de dança com saltos e giros.


Os outros seis árbitros formam o chamado grupo B, que são os especialistas em execução e têm como principal responsabilidade as anotações dos erros. São eles que descontam os pontos por falhas cometidas pelos ginastas que variam desde o tempo de apresentação até as falhas técnicas como cair, desequilibrar-se ou então pisar fora da área de competição.


Estes dois grupos de árbitros fazem seus julgamentos simultaneamente, ou seja, enquanto o grupo A pontua os elementos positivos realizados pelos ginastas, o grupo B calcula o lado negativo, descontando pontos, de um total de 10 já conferidos a cada competidor. Resumindo, o grupo A faz o que é denominado de “nota de partida”, ou seja, a soma dos valores dos elementos apresentados e, o grupo B, tomando por conta estes mesmos elementos, observa se os movimentos executados pelos atletas, foram perfeitos ou e o atleta comete erros.


Para cada erro computado, os descontos são feitos de acordo com o que está previsto conforme a tabela da Federação Internacional de Ginástica (FIG). Com isso, são subtraídos pontos de um total de 10 que é dado ao ginasta no momento em que ele entra para competir.


Assim temos o como é chegado à nota final do atleta. A soma da “nota de partida” que é avaliado pelo grupo A, com a nota de execução, avaliado pelo grupo B. Dando um exemplo básico: O ginasta que obtiver 6 na nota de partida e 8 na nota de execução, sua nota final será 14.

 

 

As competições Olímpicas

Tiramos por base, como é realizada a competição de ginástica artística nas Olimpíadas.


São disputados provas de classificação por equipes (CI) e individual. Esta etapa serve para classificar os melhores ginastas que vão disputar as finais. Depois de realizadas estas etapas, são realizadas as finais das provas individuais gerais (CII), finais por aparelhos (CIII) e finais por equipes (CIV). Isto serve tanto para as competições masculinas como as femininas.


Uns atletas, para fazer parte das seleções adultas, nos Jogos Olímpicos, devem ter idade mínima de 16 anos para tanto para homens quanto para as mulheres.


Para os Jogos Pan-americanos, a idade mínima é de 14 anos para as mulheres e de 16 para os homens. As provas por equipes são classificatórias para CII e CIII.

 


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
- LIVRO: Almanaque dos Esportes, Editora Europa, 2009.
- LIVRO: A História dos Esportes, Orlando Duarte, 4ª ed. Editora Senac, SP, 2004.
- LIVRO: Fique por Dentro – Esportes Olímpicos, Benedito Turco. - Rio de Janeiro. Casa da Palavra: COB, 2006.
- LIVRO: O que é ginástica artística, Silvia Vieira, Armando Freitas. – Rio de Janeiro: Casa da Palavra: COB, 2007.
- SITE: Confederação Brasileira de Ginástica – www.cbginastica.com.br

 

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