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Notícias
Rugby: Data da abertura da fase de grupos da Taça Tupi é alterada
Rugby
Sex, 21 de Julho de 2017 13:49
Gaúchos iniciam participação na fase no dia 29 de julho
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A Confederação Brasileira de Rugby (CBRu) mudou a data de início da fase de grupos da Taça Tupi - 2ª divisão do campeonato brasileiro de rugby XV. Os jogos que seriam realizados neste sábado (22.07) foram transferidos para o dia 02 de setembro. A abertura da etapa terá outras partidas e será realizada no dia dia 29 de julho.


Segundo a CBRu, o adiamento deve-se a problemas burocráticos com a execução do projeto de Lei do Incentivo ao Esporte, do qual são oriundos os recursos para a organização logística da competição.


Com o adiamento, a abertura da etapa de grupos da Taça Tupi, no dia 29.07, terão os seguintes confrontos:


- Pé Vermelho x BandSarries

- Templários x Rio Branco

- Guanabara x Niterói

- Rio Rugby x BH

- Joaca x San Diego

- Chapecó x Charrua


Fórmula de disputa - Taça Tupi


A fase de grupos da Taça Tupi será disputada por 12 equipes, divididas em três chaves:


Grupo A: Band Saracens (SP), Rio Branco (SP), Pé Vermelho (SP) e Templários (SP);


Grupo B: Niterói (RJ), BH Rugby (MG), Guanabara (RJ) e Rio Rugby (RJ);


Grupo C: San Diego (RS), Charrua (RS), Joaca (SC) e Chapecó (SC).


Nessa etapa, todos jogam entre si dentro dos grupos, com partidas de ida e volta, valendo vaga nas semifinais. O torneio nesta temporada valerá também oito vagas na primeira divisão de 2018, uma vez que o Super 8 terá um novo formato, com 16 equipes participantes.



Texto:
Nathália Ely/Travinha Esportes

Foto: Divulgação/CBRu

 
Natação: Ana Marcela é tricampeã mundial nas Maratonas Aquáticas
Natação
Sex, 21 de Julho de 2017 13:08
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A baiana Ana Marcela Cunha (5h21m58s40) conquistou nesta sexta-feira (21.07) o tricampeonato na prova mais longa do Campeonato Mundial dos Esportes Aquáticos: 25 quilômetros. Adotando uma estratégia perfeita de poupar energia em todo o percurso e ir atacando aos poucos até a chegada do pelotão masculino, a nadadora brasileira sai do Mundial de Budapeste como o Brasil no quadro de medalhas, pois são dela um pódio de ouro e dois de bronze na competição até o momento. Ana coleciona agora 10 medalhas mundiais, contando a conquistada no último Mundial específico de Maratonas Aquáticas realizado, em 2010, na cidade canadense de Roberval


"Aqui é onde tudo recomeça. Estamos em busca de um grande resultado em 2020 (Jogos Olímpicos de Tóquio)",
disse Ana, mostrando que está completamente superada a fase em que depois do décimo lugar nos Jogos Olímpicos Rio 2016, passou pela cirurgia para retirada do baço e teve que lidar com suspeitas de que não voltaria ao alto rendimento.


A campeã olímpica em 2016, a holandesa Sharon van Rouwendaal (5h22m00s80), e a italiana Ariana Bridi (5h22m08s20) estiveram revezando com Ana e também se aproveitaram do ritmo que o pelotão masculino impôs. Faltando poucos metros para a chegada, a brasileira, mais experiente na prova, soube usar a poupança de energia feita ao longo de todo o percurso.


"Das três que ficaram na ponta no final, eu era a única que já tinha nadado esta prova e sabia da dor que a gente sente no final. Essa experiência me ajudou. Tive que ter muita paciência para fazer tudo no momento certo. Na hora que eu juntei com os homens eu soube que só tinham três meninas. Então tentei me preservar o máximo possível, gastar menos energia porque a gente sabe que é decidido no final da prova. Você não pode entrar numa prova que vai durar cinco, seis horas muito tenso. Eu amo o que faço, então eu entro pra fazer aquilo que eu amo. Não dá pra ficar cinco horas com a cabeça tensa", explicou.


Ana Marcela é a nadadora brasileira com maior número de pódios na maior competição da FINA - nove no total - sendo que três de ouro (ver lista no final). As maratonas aquáticas são um sucesso no Brasil há mais de uma década e deu ao país em Mundiais, além das medalhas de Marcela, mais três individuais de Poliana Okimoto e outras duas em revezamentos. Poliana também obteve a primeira medalha olímpica para uma nadadora brasileira, com o bronze nos Jogos Rio 2016. Na conquista no lago Balatonfüred, Ana pensou realmente em fazer algo inédito.


"Quando entrei nessa prova eu pensei muito no Cesão (Cesar Cielo), e eu queria fazer algo que nenhuma mulher ainda fez e tentar me igualar a ele. É lógico que eu sei que são seis medalhas de ouro dele, mas ser tricampeã na prova mais longa do Campeonato Mundial... Estou muito feliz! É muita emoção. Nas últimas oito semanas eu treinei muito forte e vim pensando muito na prova dos 5km e depois que ganhei medalha nos 10km, vim mais confiante ainda. Ontem (quinta-feira) eu e a Aurelie (francesa Aurelie Muller) fomos as únicas que estão nos 25km e nadamos o revezamento, então eu tinha que me poupar ainda mais e graças a Deus deu certo".


O técnico Fernando Possenti analisou o desempenho de Ana, destacando a disciplina neste período difícil.


"Não tem milagre, existe trabalho, dedicação e seriedade. Nestas oito semanas ela não saiu “uma virgula” do que tinha que fazer. Isto foi que a levou para este nível de confiança. Estou muito feliz por vivermos essa retomada com força total. Ver que ela está feliz nadando é muito bom. Agora temos um período bem complicado e cheio. Hoje uma atleta saiu da prova para se poupar para a etapa da Copa do Mundo de quinta-feira, os 10 quilômetros do Canadá. Agora temos que recuperar, descansar e “retreinar” para as próximas provas ",disse Possenti, que terá sua barba pintada pela atleta, por pagamento de uma aposta.


Allan do Carmo fechou a prova no 13º lugar (5h06m55s7) e Victor Colonese (5h27m14s2), em 22º. Betina Lorscheitter conseguiu finalizar em 19º (6h05m20s00).


"Foram mais de cinco horas de prova e o corpo sente bastante. Quando se toca o placar vemos o quanto é dolorido, mas todo o esforço vale. Nadamos por prazer e pela competitividade, então quando chegamos bem cansados é porque demos o máximo. Nas últimas duas voltas eu senti o ritmo e cheguei exausto. Encerro esse Mundial, depois de três provas, e agora temos que avaliar bastante o que melhorar, para no próximo, em 2019, focar nos 10 quilômetros, que será prova de classificação olímpica para Tóquio/2020", resumiu Allan do Carmo.


17º Mundial dos Esportes Aquáticos de Budapeste - Maratonas Aquáticas – Resultados


25km feminino

1º Ana Marcela Cunha

19º Betina Lorscheitter


25km masculino

13º Allan do Carmo

22º Victor Colonese


5km revezamento

6º Brasil — Allan do Carmo, Viviane Jungblut, Ana Marcela Cunha e Fernando Ponte


5km feminino

3º Ana Marcela Cunha

20º Betina Lorscheistter


10km masculino

19º Fernando Ponte

29º Allan do carmo


10km feminino

3º Ana Marcela Cunha

12º Viviane Jungblut


5km Masculino

5º Fernando Ponte

40º Victor Colonese



Texto: Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA)

Foto: CBDA/Divulgação

 
Vôlei: Pelo Grand Prix Feminino, Brasil vence Bélgica em Cuiabá
Vôlei
Sex, 21 de Julho de 2017 12:51
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A seleção brasileira feminina de vôlei começou com vitória a etapa do Brasil do Grand Prix. Com o apoio de 3.380 torcedores que compareceram ao ginásio Aecim Tocantins, as brasileiras levaram a melhor sobre a Bélgica, nesta quinta-feira (20.07), por 3 sets a 0 (28/26, 25/19 e 25/20), em 1h27 de jogo, em Cuiabá (MT). Brasileiras e belgas formam ao lado da Holanda e dos Estados Unidos, o grupo I da competição.


Com o resultado, o Brasil subiu para o quarto lugar na classificação geral e retornou ao grupo das cinco seleções que avançam à Fase Final. No entanto, a rodada ainda será encerrada na madrugada de sexta-feira (21.07).


O Brasil voltará à quadra nesta sexta-feira (21.07), às 14h05 (horário local)/15h05 (horário de Brasília), contra a Holanda. A TV Globo e o SporTV 2 transmitirão ao vivo.


A oposta Tandara foi a maior pontuadora do confronto, com 17 pontos. A ponteira Rosamaria, com 15, a capitã Natália e a central Carol, com 13 cada, também pontuaram bem pela equipe verde e amarela. Pelo lado da Bélgica, a atacante Grobelna foi o destaque, com 16 acertos.


O principal destaque das brasileiras no confronto foi o bloqueio, com 13 pontos do fundamento. As centrais Carol e Adenízia marcaram cinco pontos cada uma de bloqueio.


Maior pontuadora do duelo, a oposta Tandara comentou sobre o resultado da partida e importância do jogo na briga pela classificação para Fase Final.


“Foi um jogo importante na nossa busca pela classificação para Fase Final na China e esses três pontos conquistados foram fundamentais. Hoje ainda sentimos um pouco o fuso horário e acredito que vamos jogar melhor contra a Holanda. Esses três pontos foram a recompensa de toda a adversidade que enfrentarmos com fuso horário e cansaço. A torcida nos incentivou durante toda a partida e foi muito bom jogar dentro de casa”, disse Tandara.


O treinador José Roberto Guimarães fez uma análise da atuação do Brasil no duelo contra a Bélgica.


“Estamos mantendo uma média muito boa de bloqueios durante toda a competição. Já o nosso passe e a defesa precisam melhorar. E para evoluirmos nesses fundamentos temos que treinar mais. Foi importante temos vencido e conquistado esses três pontos, mas sabemos que precisamos evoluir em alguns aspectos para enfrentar as melhores seleções do mundo”, disse José Roberto Guimarães, que também falou sobre o duelo desta sexta-feira contra a Holanda.


“A Holanda não tem como característica um bloqueio pesado e é uma equipe muito voluntariosa na defesa. Elas estão vivendo um bom momento, já se classificaram para  a fase final e estão jogando com velocidade. Além disso, elas têm jogadoras experientes que jogam juntas há algum tempo. É um jogo chave para nossa equipe, pois se ganharmos vamos dar um passo importante para a classificação”, explicou José Roberto Guimarães.


O JOGO


A Bélgica começou melhor e fez 6/3. O time europeu foi para o 1º tempo técnico com quatro de vantagem (8/4). Bem no saque e nos contra-ataques, as brasileiras deixaram tudo igual no marcador (10/10). A Bélgica voltou a abrir vantagem no marcador e fez 17/14. A oposta Tandara se destacava no ataque e com bom aproveitamento do bloqueio, o Brasil virou o marcador (22/21). O final da parcial foi disputado ponto a ponto e com destaque para a oposta Tandara, as brasileiras fecharam a parcial por 28/26.


O segundo set seguiu equilibrado. Com um ponto de saque da ponteira Natália, o Brasil abriu um ponto (13/12). As brasileiras foram para o segundo tempo técnico com um de vantagem (16/15). Bem no bloqueio, as brasileiras abriram três pontos (20/17) no final da segunda parcial e o técnico da Bélgica pediu tempo. O Brasil seguiu melhor e venceu o segundo set por 25/19.


O Brasil começou bem o terceiro set e fez 6/4. Bem no saque, as brasileiras fizeram 14/10. O Brasil seguiu melhor e foi para o segundo tempo técnico vencendo por 16/11. As brasileiras seguraram uma reação da Bélgica e, com destaque para o bloqueio, venceram a parcial por 25/20 e o jogo por 3 sets a 0.



Texto: Confederação Brasileira de Voleibol (CBV)

Foto: André Romeu/MPIX/CBV

 
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